Por Karoline Pacheco
Enviada especial a Nova York
15/06/2026
A rodada deste domingo, 14 de junho, na Copa do Mundo foi marcada por estreias intensas, muitos gols e o primeiro grande massacre do torneio. 4 partidas agitaram os Grupos E e F.
O grande destaque do dia foi a impressionante goleada da Alemanha sobre Curaçao, pelo placar de 7 a 1, no NRG Stadium, em Houston. O confronto abriu os trabalhos do Grupo E e os alemães não deram qualquer chance de zebra. Felix Nmecha abriu o placar logo no início, mas Curaçao chegou a assustar ao empatar com Comenencia. A resposta alemã veio em ritmo de treino, com gols de Schlotterbeck, Musiala, Brown, Undav e dois de Kai Havertz para selar a vitória. Com o resultado histórico, a Alemanha ultrapassou o Brasil no posto de seleção com mais gols na história das Copas.
Ainda pelo Grupo E, a Costa do Marfim conseguiu uma vitória importante e magra sobre o Equador por 1 a 0, em partida realizada na Filadélfia. Os marfinenses souberam segurar a pressão sul-americana e largaram com o pé direito na competição ao lado da líder Alemanha.
Pelo Grupo F, Holanda e Japão protagonizaram o jogo mais equilibrado e emocionante do dia em Dallas, que terminou empatado em 2 a 2. Após um primeiro tempo sem gols, a segunda etapa guardou grandes emoções. O capitão holandês Virgil van Dijk abriu o placar de cabeça, mas Nakamura buscou o empate para os japoneses. Pouco depois, Summerville colocou a Holanda novamente em vantagem. Quando a vitória europeia parecia certa, Daichi Kamada aproveitou um desvio de cabeça após cobrança de escanteio aos 43 minutos da etapa final para garantir um empate heroico para os Samurais Azuis.
Fechando a noite e a rodada do Grupo F, a Suécia assumiu a liderança da chave com autoridade ao vencer a Tunísia por 5 a 1 em Monterrey. Os suecos impuseram seu ritmo desde o começo com gols de Yasin Ayari, que balançou as redes duas vezes, além de contribuições de Alexander Isak, Viktor Gyökeres e Mattias Svanberg. Omar Rekik descontou para os tunisianos no final do primeiro tempo, mas a força coletiva da Suécia transformou a etapa complementar em uma vitória maiúscula.
