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Preços abusivos: Passageiros denunciam alta em passagens da Garcia entre São Paulo e Paraná

Por Lavinia Beatriz
14/02/2026

Passageiros que fazem viagens interestaduais, tem reclamado do valor salgado praticado pela empresa de ônibus Garcia, especialmente entre os estados do Paraná e São Paulo.
Desde dezembro de 2025, os valores sobem semanalmente e de forma abusiva e absurda.

Para a semana do carnaval, as passagens enfrentaram a maior alta dos últimos 6 meses, o que aumentou as reclamações.
O preço médio de passagens para ônibus semileito, registrou alta de até 40% dependendo o trajeto realizado.
De Maringá a São Paulo capital por exemplo, os valores podem chegar a R$ 300,00 dependendo o dia e horário de viagem.
Se a cidade for para Franca, no interior paulista, o valor fica mais salgado ainda e beira os R$ 360,00.

Outro trecho que chama atenção, é de Jandaia do Sul, no PR, a São Paulo, capital. Antes R$ 190,00 agora o preço é cotado a R$ 260,00.
A alta de R$ 60,00 pesa no bolso do passageiro, que reclama outro detalhe importante.
Há variações absurdas nos horários, dias da semana, e nem uma regulação contra a Garcia.

A empresa é uma das que mais tem ônibus para as linhas em questão e dentro do estado do Paraná, tem concessões no transporte intermunicipal.
O que dispara outro abuso, com altas médias de 20 a 30% nos valores dos bilhetes nos últimos 6 meses.

A Garcia almenta os valores conforme a demanda. Quanto mais pessoas querem viajar, mais caras ficam as passagens, numa lógica distorcida.
Para quem pensou que os preços salgados iam ser apenas no ano novo e carnaval, o alerta. Não existem indicativos que a passagem vai baixar.

O jeito é procurar rotas alternativas e empresas que possam oferecer valores mais em conta.
Outra linha é procurar o Procon, para denunciar os valores abusivos.
A Garcia não se manifestou, sobre os valores praticados nas passagens entre os estados.

As reclamações dos passageiros contra a Garcia não vem de agora. A empresa é alvo constante por conta de atrasos nas linhas e suporte ruim aos usuários.
Como por exemplo, falta de copos de água nos ônibus de viagens mais longas. Os veículos que deveriam ter água mineral de copos descartável, não oferecem o serviço, substituindo esta água por águas de bebedouro.