Por Mariana Dias
Especial para o Visionpress
19/01/2026
Para muitas pessoas usar fitoterapia no controle e combate as doenças pode parecer bobagem.
Para outras é essencial para trazer qualidade de vida e diminuir efeitos de tratamentos convencionais e agressivos, com melhores resultados.
Esta é uma guerra que existe e persiste, e infelizmente vai prosseguir com cada um defendendo o seu ponto.
Em busca de evidências científicas que embasem essa eficácia, pesquisas avançam a cada dia mais e são um marco no que é verdade e no que é apenas mito.
O Agaricus Blazei, também conhecido como Cogumelo do Sol, é um desses.
De mito o fitoterápico se transformou de forma evidente em essencial para muitos tratamentos de saúde, complexos e difíceis de se cuidar.
O cogumelo não vai trazer cura instantânea, é bom que se fique claro. Mas as evidências coletadas até aqui, mostram que suas propriedades medicinais antes tratadas como mito, passam a ter cada dia mais comprovações e respeito da comunidade médica.
Inclusive existem números significativos de profissionais de saúde, que recomendam a ingestão do cogumelo diariamente a pacientes, como auxiliar em seus tratamentos.
A planta medicinal, originaria da Ásia, ganha espaço no Brasil mas não de hoje.
O Agaricus Blazei passou a ser estudado em 2003 e virou febre no país entre 2007 e 2009.
Aquela época acreditava se que a planta era capaz de em cápsula, melhorar a imunidade das pessoas e assim ser também eficaz contra doenças.
Anos mais tarde e muitos estudos depois, o cogumelo do sol teve eficácia comprovada no tratamento de tumores cerebrais.
Diminuindo efeitos da doença e o tamanho dos cancros, chegou a ser bastante utilizado a partir de 2016, como auxiliar a quimioterapias e radioterapias.
Era uma imunoterapia natural que fortalecia e ajudava o sistema imunológico, lutar contra a patologia.
Em 2024, a Anvisa suspendeu a comercialização do produto por empresas brasileiras, numa cassada contra ele e outros produtos fitoterápicos.
A Anvisa determinou que a planta deveria ser tratada como suplemento alimentar, não medicinal, e só poderia ser comercializada se manipulada em farmácias autorizadas.
Quem usava o produto passou a ter dificuldade em encontra-lo, e pagar até 5 vezes mais caro que antes.
O Agaricus Blazei se provou eficaz não apenas contra tumores do cérebro.
Outros tipos de tumores também se mostraram reduzir com seu uso.
O Diabetes, uma das doenças autoimunes mais agressivas da historia da humanidade também mostrou-se melhorar com o uso da medicação.
O Agaricus Blazei não substitui a insulina, mas auxilia a controlar os níveis de açúcar no sangue e ajuda a reduzir a necessidade da tomada da medicação.
Os estudos mostram que pacientes chegaram a diminuir de forma tão positiva, que não possuem necessidade de doses de correção da insulina, se usarem o cogumelo concomitantemente com o tratamento tradicional.
O uso do fitoterápico levou endocrinologistas a o estudar, testar e passar a recomendar, para seus pacientes.
A proibição da Anvisa em 2024 da fabricação do suplemento, tornou mais difícil o seu acesso as pessoas.
Ao longo de 2025, importantes vitorias foram conquistadas no sentido de permitir o acesso do produto as pessoas.
Hoje, o Agaricus Blazei pode ser manipulado em farmácias e fabricado por algumas empresas que conseguiram reverter a proibição.
A Justiça entende que o fitoterápico é eficaz contra cânceres e essencial na qualidade de vida de pacientes com Diabetes.
A Anvisa tem apertado o cerco nas fiscalizações, mas não conseguiu acabar com o produto.
É importante estar atento, com produtos falsos geralmente ofertados pela internet.
Por isso é importante saber a origem do que se vai comprar, e da industria ou farmácia que o oferece.
9 em cada 10 pessoas que fazem uso diário do fitoterápico, relatam a importância e essencialidade do Agaricus Blazei em suas vidas.
Aumenta a imunidade, controla a pressão arterial e o Diabetes e auxilia no combate ao câncer.
